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‘RH na Praça’ orienta quem busca recolocação

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Rio - Acontece nesta sexta-feira, dia 13, na Cinelândia, mais uma edição do ”RH na Praça”, evento promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ) que reunirá especialistas em recursos humanos que darão orientações gratuitas para trabalhadores, profissionais, empresários, executivos e estudantes sobre como fazer o currículo, a maneira de se preparar para uma entrevista de emprego e também como montar uma microempresa e ser gestor da sua própria carreira. Para atender os cerca de 20 mil visitantes esperados na praça, serão montadas tendas com os seguintes temas: Trabalho e Renda; Oportunidades; Orientação Profissional; Empreendedorismo; Inserção Profissional e Saúde.

Em cada uma das tendas serão desenvolvidas atividades como palestras, aconselhamento profissional, consultoria sobre cursos técnicos e mapa de oportunidades sobre o mercado de trabalho. Quem está em busca de uma oportunidade profissional também poderá aproveitar para cadastrar currículos no banco de dados de empresas de recursos humanos. Além do apoio do Bob´s e da ONG Action Aid, o evento tem o patrocínio do Sistema Firjan, Sebrae/RJ, Assim Saúde, Nova Rio, Grupo Let, Parceria, Secretaria do Trabalho e Renda.

Durante todo o dia, especialistas, organizações de classe, empresas e o público interessado debaterão questões sobre educação, saúde, cultura, trabalho e responsabilidade social.

De acordo com a presidente da ABRH-RJ, Leyla Nascimento, serão colocados em debate vários assuntos que geram impacto direto na vida dos trabalhadores e na sustentabilidade das empresas. Ela afirma ainda que o evento é importante, já que além da dificuldade de acesso ao trabalho, as pessoas não têm informações consistentes sobre o mercado e suas exigências. Por isso, ressalta Leyla, o ”RH na Praça” é uma oportunidade diferenciada e inovadora, na qual centenas de pessoas podem obter informações gratuitas sobre o mundo do trabalho em plena praça pública.

Com a troca da Praça XV, onde as edições anteriores aconteceram, pela Cinelândia, a ABRH-RJ espera que um número maior de trabalhadores se beneficie da iniciativa. O evento acontecerá das 8h às 17h.

Vale: quadro de funcionários deve crescer 12% em 2010

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São Paulo - O presidente da Vale, Roger Agnelli, estimou hoje que o quadro de funcionários diretos da companhia vai crescer 12% em 2010 em comparação com 2009, somando 81,4 mil pessoas. O executivo, que apresentou o plano de investimentos após uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informou que a empresa investirá R$ 25,5 bilhões no ano que vem, o que chamou de “maior investimento feito por uma empresa privada na história do Brasil”.

Deste montante, R$ 15,5 milhões serão aplicados no Brasil. Segundo Agnelli, 51% do orçamento total será aplicado em minério de ferro (30%) e logística (21%), 31% em metais não ferrosos, 7% em carvão, 6% em energia, 3% em siderurgia e 2% em outros. Por categorias, 23% do aporte será voltado para manutenção, 10% para pesquisa e desenvolvimentos e 67% na implementação de novos projetos.

Depois de ser pressionado pelo presidente Lula a investir mais no Brasil, o executivo lembrou que o volume de investimentos no país em 2010 será cinco vezes acima da média anual pós-privatização e 18 vezes superior ao período em que a mineradora era estatal. De acordo com Agnelli, os Estados que vão concentrar os investimentos no Brasil são Pará (R$ 6,8 bilhões), Minas Gerais (R$ 2,9 bilhões), Maranhão (R$ 1,9 bilhão) e Espírito Santo (R$ 1,7 bilhão). Cerca de 80% do investimento total da Vale no ano que vem ocorrerá na América do Sul e na África.

VALOR AGREGADO - Em resposta às declarações do governo de que a Vale precisa agregar maior valor aos seus produtos e ir além da exportação de minério de ferro, Agnelli disse que a atividade mineradora é a que “mais agrega valor na cadeia produtiva”. “Tirar minério do morro, quando ele não vale nada, e aplicar tecnologia para transformar em algo rentável é agregar valor”, disse.

Ele destacou que a produção de alumínio, cobre e níquel da Vale também integra várias etapas do processo produtivo desde a extração do minério bruto. Hoje, a Vale também conta com 14 unidades de pelotização. “Se não transformar poeira em produto, a poeira vai criar um problema ambiental”, disse, referindo-se à produção de pelotas de ferro.

Segundo ele, se o governo taxar as exportações de minério, outros países vão tomar o espaço do Brasil no mercado de mineração. Agnelli afirmou que a atividade de siderurgia é protegida em todo o mundo, inclusive no Brasil. “Quando o mercado fica ruim, todos criam barreiras à importação de aço”, afirmou.

LULA - Após ser alvo de várias críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se queixou da redução de investimentos da Vale e das demissões realizadas pela empresa, Agnelli disse que o presidente Lula “está no seu papel”. “O presidente está no papel dele e tem de cobrar mesmo”, disse. Segundo Agnelli, ele mesmo adota esta postura de cobrança com os diretores e gerentes da empresa “o dia inteiro”. O executivo afirmou que a Vale não mudou seus planos em função do governo, mas que a preocupação com as declarações do presidente geraram “tensão”. “Estamos operando a um ritmo forte, também dada a preocupação com o presidente”, afirmou.

Aposentados da Petrobras deverão constituir a Petro-Sal

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Brasília - O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse hoje que o primeiro grupo de funcionários da Petro-Sal - futura estatal que deverá fiscalizar os contratos de exploração de petróleo da camada pré-sal - deverá ser formado por aposentados da Petrobras. “A empresa tem de ser formada por técnicos, por quem tem experiência. E quem tem isso são os aposentados, já que a empresa não pode ser formada por empregados da ativa da Petrobras”, disse Gabrielli, durante audiência pública da comissão especial da Câmara que analisa o projeto de lei que estabelece o sistema de partilha para a produção no pré-sal.

Segundo o executivo, a Petro-Sal não poderá ser formada por funcionários da ativa da Petrobras por uma questão de conflito de interesses. Ele lembrou, durante a audiência, que, como representante da União, caberá à Petro-Sal fiscalizar os custos da produção no pré-sal. “Ela vai apertar a Petrobras”, brincou Gabrielli.

Mercedes prevê 1.310 contratações

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A Mercedes-Benz do Brasil vai selecionar 800 funcionários para trabalhar na fábrica de caminhões e ônibus de São Bernardo do Campo, no ABC. A montadora também pretende efetivar 350 trabalhadores temporários em outubro e integrar 160 aprendizes ao quadro, o que soma 1.310 contratações.

A ampliação do número de funcionários tem por objetivo atender a recuperação no mercado interno de veículos comerciais, motivada pelo reaquecimento da economia, principalmente no terceiro trimestre. “Vamos começar a recuperar os empregos perdidos por conta da crise?, afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre.

Leia matérias sobre RECOLOCAÇÃO.

Saiba quais programas de computador são exigidos em cada área

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O conhecimento sobre softwares deve variar conforme a área de atuação de cada profissional. ?Quem atua em Administração de Empresas, deve ter familiaridade com Excel, Word e Power Point para elaborar relatórios, planilhas e apresentações?, explica Ana Paula Mendes Oliveira, consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos.

Já quem pretende fazer carreira na área de Publicidade, por exemplo, precisa conhecer, além do Power Point, softwares como Adobe Photoshop [manipulação de fotografias], Corel Draw [criação de desenhos] e o Web Designer. Para Direito, no entanto, é diferente. São exigidos basicamente conhecimentos em Word.

Segundo a consultora, as diferentes divisões da Engenharia utilizam programas de gerenciamento de projetos. ?Os mais usados nas faculdades são o Auto Cad, MPK e PMQ?

Mesmo aqueles que não trabalham diretamente com determinados programas precisam conhecer os fundamentos dos softwares para ter êxito em suas funções. ?Para as vagas de vendedor de softwares são exigidos conhecimentos mínimos sobre as ferramentas.?




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