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Metalúrgicos de SP negociam reajuste salarial

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O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes realiza, a partir de hoje, assembleias em 22 empresas da base, que empregam cerca de 20 mil trabalhadores. Entre as companhias estão Armco do Brasil e Voith. A categoria rejeitou a proposta patronal de reposição da inflação, sem aumento real, e decidiu negociar diretamente com as empresas.

Os metalúrgicos querem 10% de aumento, piso salarial único, jornada de 40 horas semanais e renovação de todas as cláusulas sociais.

Construção civil quer reajuste de 4% nos salários

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Trabalhadores da construção civil fizeram passeata ontem no centro de São Paulo para reivindicar reajuste de 4% sobre os salários . Eles também pedem participação nos lucros das empresas e pleiteiam ainda a alteração de outras 14 cláusulas nos contratos sociais.

As novas regras, se aceitas pelo sindicato patronal, valeriam a partir de 1o de novembro. Os líderes dos trabalhadores argumentaram que as empresas do setor vivem um bom momento e por isso podem atender os pedidos.

Gasto social cresce mais que salários

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O crescimento dos gastos sociais do governo é quatro vezes maior que o aumento dos salários na economia. Levantamento feito pelo Banco Central (BC) mostra que as despesas com os programas de proteção social aumentaram 19,9% no primeiro semestre de 2009. Nesse período, os gastos com pagamentos de aposentadorias avançaram 7% e a massa de salários, na lanterna, teve expansão de apenas 4,4%.

Os dados constam do Relatório de Inflação, divulgado na sexta-feira pelo BC. No documento, o BC chamou a atenção para a evolução dos gastos públicos, que deve aumentar a pressão sobre a inflação em 2010. Mas a autoridade monetária admite no relatório que a elevação dos gastos sociais colaborou para a rápida recuperação da economia na crise. Para os diretores do BC, os programas sociais “tendem a mitigar as oscilações de consumo e, portanto, da demanda doméstica”.

Neste ano, os gastos sociais avançaram em reação à crise econômica. Mas esse movimento vem sendo observado desde antes da turbulência financeira: os valores crescem desde 2004 por causa do aumento real do salário mínimo e da ampliação dos programas sociais.

Em 2009, por causa da crise, o aumento das despesas sociais foi liderado com folga pelo seguro-desemprego e pela bolsa-qualificação, programa de treinamento de trabalhadores desempregados. No semestre, a verba consumida pelos dois itens saltou 33,2% ante 2008. Nesse período, o Bolsa-Família cresceu 5,9%. Para os diretores do BC, a diferença de velocidade entre salários e programas sociais refletiu ainda a redução no ritmo de reajustes salariais no período de crise.

A tendência, contudo, já podia ser observada nos anos anteriores. Entre 2004 e 2008, a despesa social cresceu a uma média anual de 18%. A taxa é três vezes maior que a de aumento da massa de salários, que se expandiu 6,1% a cada ano naquele período. O rendimento dos trabalhadores perdeu até para as aposentadorias, que ganharam aumento médio de 6,5% por ano.

Nesses quatro anos, o gasto que mais cresceu foi o Bolsa-Família. Principal programa social do governo, o pagamento do benefício de até R$ 140 às famílias de baixa renda cresceu, na média, 23,3% por ano.

Nesse mesmo período, a taxa de expansão dos benefícios pagos aos idosos de baixa renda (previstos pela Lei Orgânica de Assistência Social, a Loas) avançou 18,3%, e os gastos com seguro-desemprego tiveram alta anual de 13,5%.

Boa parte dessa forte elevação foi resultado da política de aumento do salário mínimo. Nos quatro anos, o valor teve alta real de 38,1%. Além disso, também houve forte expansão do número de beneficiados. Segundo o BC, o número de cartões do Bolsa-Família saltou 142,9% no período e o aumento de idosos que recebem pagamento mensal da Loas cresceu 55,7%.

Nos 12 meses encerrados em julho, o governo federal usou R$ 268 bilhões nesses programas sociais. Nessa cifra, também estão incluídos os pagamentos feitos pela Previdência Social. A despesa deve fechar o ano em 9,2% do Produto Interno Bruto (PIB) e está em trajetória ascendente desde 2005, com exceção de 2008, e já representa quase o dobro da despesa paga com juros da dívida. Em 12 meses até junho, o pagamento aos credores dos títulos emitidos pelo governo somou 5,1% do PIB.

SALÁRIOS - O sucessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já iniciará o mandato com uma conta de R$ 63,8 bilhões a pagar, em 2011 e 2012, referentes a aumentos salariais ao funcionalismo público concedidos no ano passado. A conta é do economista Felipe Salto, da Tendências Consultoria Integrada.

Em 2008, três medidas provisórias (MPs), de números 431, 440 e 441, concederam aumentos escalonados a cerca de 1,2 milhão de servidores públicos. No ano passado, as três MPs provocaram um aumento de R$ 6,98 bilhões nas despesas federais. Este ano, vem sendo paga outra parcela, que engordou a folha em R$ 21,46 bilhões. No ano que vem, o impacto será de R$ 29,5 bilhões.

 

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(Foto: svilen001 / stock.xchng)

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Às vezes dá vergonha, às vezes dá medo, mas o funcionário pode, sim, ir atrás de uma remuneração maior. ?Pedir aumento salarial nada mais é que negociar?, diz Francine Amadeu, gerente de uma das unidades da Luandre, empresa de recursos humanos.

Para ajudá-lo a conduzir essa negociação, o ZAP Empregos consultou especialistas e elaborou um passo a passo para você enriquecer seus argumentos e conseguir um aumento de salário.

1. AVALIE SEU GRAU DE MERECIMENTO
As pessoas precisam ter consciência de seu valor dentro da organização, por isso faça uma pergunta a si mesmo: os benefícios que gero são maiores que o retorno que recebo? ?A melhor forma de eu me ver é como uma empresa prestadora de serviço: eu ofereço minha força de trabalho ou intelecto e sou remunerado por isso?, explica David Lederman, consultor da Lederman ? Consulting & Education.

Para ter a iniciativa de negociar o salário, o profissional deve realmente merecer uma compensação maior. Não adianta apenas desejá-la. ?Algumas pessoas querem um aumento, sendo que fazem só o essencial. Elas precisam ter diferenciais e prestar um serviço de qualidade em um tempo de qualidade?, defende o coach Villela da Matta.

2. REUNA ARGUMENTOS
Se o funcionário chegou a conclusão de que evoluiu dentro do seu cargo desde a contratação, agora é o momento de se preparar para a conversa e elaborar justificativas. Para Claudia Monari, consultora da Career Center, o principal é mostrar que antes a pessoa fazia determinadas tarefas e, a medida do tempo, assumiu novas responsabilidades. ?O aumento do volume de trabalho também pode ser usado como argumento.?

Outra estratégia, segundo Villela, é apontar diferenciais no seu serviço e contar que você procurou crescer profissionalmente ? fazendo cursos e se especializando ? durante o tempo em que ocupou a posição. ?Quando a pessoa se entende como uma empresa ela investe nela mesma e isso não só a beneficia, mas também é bom para a empresa na qual trabalha?, comenta.

3. PESQUISE O VALOR DO MERCADO
O mercado funciona como um termômetro, fornecendo várias indicações de como está determinada carreira ou cargo. Por isso, aquele que almeja uma bonificação maior deve fazer uma pesquisa nas tabelas com valor de mercado divulgadas pelos jornais e conversar com profissionais da sua área para se informar sobre a remuneração de outras empresas. A partir desses dados, o funcionário traça uma média e consegue provar que seu salário está abaixo.

4. ESCOLHA O MOMENTO CERTO
Na opinião de Fabíola Brenelli, consultora da Cia de Talentos, não existe ?o? momento perfeito, e sim situações mais propícias para se fazer o pedido. ?O profissional pode se valer de um projeto que acabou de entregar e teve um bom feedback, usando-o como um ?gancho? para a conversa?. A consultora Claudia concorda e explica que quando o profissional entrega um trabalho a empresa consegue avaliar e mensurar os resultados que ele tem gerado.

Sobre o assunto, a gerente Francine faz um alerta: ?Não adianta pedir aumento quando a empresa está passando por um momento de dificuldade ou quando o mercado está ruim. O final do ano, por causa do 13º e outros gastos, também não é muito indicado?. A profissional ainda explica que se a pessoa não tiver a sensibilidade de escolher a hora mais adequada pode acabar passando uma imagem ruim, de alguém egoísta que não se preocupa com o lugar no qual trabalha.

5. SEJA OBJETIVO DURANTE A CONVERSA
?O foco aqui são os resultados práticos. Cite bem especificamente os pontos nos quais evoluiu e fale sobre as realizações que atingiram diretamente a empresa?, sugere Renato Grinberg, especialista em mercado de trabalho e diretor geral do Trabalhando.com.br. A ideia, segundo o especialista, é usar todos os argumentos reunidos no passo 2 e apresentá-los de forma objetiva e direta.

6. NO CASO DE ?NÃO?…
O funcionário seguiu todas as dicas, fez a lição de casa, conduziu bem a conversa, porém, mesmo assim, recebeu uma resposta negativa. Nesse caso o melhor a fazer é pedir um feedback. Ou seja, pergunte por que o pedido foi recusado. ?Se for porque a empresa está passando por dificuldades, espere até que essa fase passe, já se for porque seu superior acha que você ainda tem pontos a melhorar para merecer o aumento, trabalhe nisso?, aconselha o consultor Lederman.

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Bancários paralisam 2,5 mil agências

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O primeiro dia da greve dos bancários mobilizou trabalhadores, em maior ou menor proporção, em praticamente todo o Brasil. São Paulo, Osasco e região, que concentram boa parte da mão de obra dos bancos, contaram com a mobilização de 29 mil trabalhadores, segundo o sindicato que representa a categoria. A adesão corresponde a 21,6% dos trabalhadores da base do sindicato.

Em todo país, a greve dos bancários atingiu 2,5 mil agências. O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Carlos Cordeiro, diz que a paralisação vai continuar até os bancos apresentarem uma nova proposta. “Essa greve foi uma resposta à altura das propostas feitas pelos patrões.” O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino, espera que a adesão à greve aumente nos próximos dias. “Queremos atingir os patrões para conseguir uma proposta melhor”, afirma.

Os bancários pedem 10% de aumento real nos salários (além dos 4,5% relativos à inflação dos últimos 12 meses) e participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários, acrescidos de R$ 3.850. Os trabalhadores pedem ainda a inclusão na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de uma cláusula de proteção ao emprego em caso de fusão.

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) - que representa os bancos nas questões trabalhistas - ofereceu a reposição da inflação e PLR menor que a paga à categoria no ano passado. A entidade reclama que os bancários interromperam as negociações ainda no início das conversas.

No Rio, a greve dos bancários contou ontem com a adesão de cerca de 40% dos trabalhadores, segundo o presidente do Sindicato dos Bancários do Município do Rio de Janeiro, Almir Aguiar. Na estimativa dele, cerca de 9,3 mil profissionais cruzaram os braços.

O Sindicato dos Bancários da Bahia estimou que 80% das agências de bancos públicos e 50% das de bancos particulares tenham suspendido o atendimento. A região que concentrou a maior mobilização dos bancários, de acordo com o sindicato, foi o centro de Salvador, onde nenhuma agência abriu.

Grande parte dos bancários de Minas Gerais aderiram à greve, de acordo com informações do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte. A maior adesão ocorreu nos bancos públicos: Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Na Caixa, a adesão atingiu 90% dos funcionários das agências e no Banco do Brasil, 50%. Segundo o presidente do sindicato, Clotário Cardoso, uma assembleia está prevista para hoje.

As agências dos bancos privados e oficiais amanheceram com as portas fechadas em Maceió e no interior de Alagoas. Pela manhã, grupos de grevistas fizeram piquetes nas portas das agências no centro da capital. Os grevistas disseram que a adesão da categoria é total e somente os caixas eletrônicos vão funcionar.

Na região metropolitana do Recife, as 35 agências da Caixa e as 5 do Banco do Nordeste fecharam e apenas 2 agências do Banco do Brasil abriram. Na rede privada, o Sindicato dos Bancários de Pernambuco somou 19 agências que aderiram à paralisação.

No Rio Grande do Sul, a adesão à greve nacional dos bancários atinge entre 60% e 70% dos funcionários da Caixa, conforme avaliação da Federação dos Bancários no Estado. Os funcionários do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) optaram por uma paralisação de 24 horas, no dia 29, quando está agendada reunião com a direção do banco.

O diretor de organização da Federação dos Bancários do RS, Arnoni Hanke, disse que a categoria rejeitou, no dia 17, a proposta dos bancos e, desde então, as negociações não prosseguiram. Desde 2004 os bancários têm feito greve na época do período de data-base.

ORIENTAÇÕES

-A greve não desobriga o consumidor de pagar a conta em dia.

-Importante: Esgote todos os meios de pagamento, seja em lotéricas, internet, supermercados, farmácias ou caixas eletrônicos.

-Alternativa : Caso não consiga pagar a conta, contate a empresa para pedir uma outra forma de pagamento.

-Garantia: Anote o número do protocolo de atendimento e guarde e-mails. Esses documentos servirão para provar a intenção de pagar a conta em dia, caso a empresa não ofereça alternativas

-Isenção: Se a empresa não oferecer outra forma de pagamento, o consumidor não será obrigado a pagar os juros nem as multas que incidirem sobre a conta devida.




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