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Pequenas e microempresas lideram criação de empregos

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Brasília - As micro e pequenas empresas foram responsáveis pela abertura de 75,1% das novas vagas de trabalho formal no mês de outubro, informa um levantamento do Sebrae Nacional feito com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Do total de 230.956 novos empregos criados no mês, 63% foram contratações realizadas pelas microempresas, que empregam até quatro trabalhadores, e 12% das admissões foram em pequenas empresas.

A liderança das micro e pequenas empresas na criação de empregos se verificou em todos os setores de atividade econômica, e o desempenho mais significativo foi no comércio, nos serviços, na indústria de transformação e na construção civil.

Ainda segundo o Sebrae, a participação de micro e pequenas empresas no total de estabelecimentos registrados no Caged continua estável, na casa de 99,5% do total, sendo 86,4% de micro empresas; 10,3% de empresas que empregam de 5 a 19 trabalhadores; e 2,7% de estabelecimentos que empregam mais de 20 trabalhadores.

Emprego formal no Brasil tem resultado recorde em outubro

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São Paulo - O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro registrou a criação de 230.956 empregos formais, um resultado recorde para o mês, segundo informou nesta segunda-feira, 16, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. De janeiro a outubro deste ano, segundo dados do ministério, foram criadas 1.163.607 vagas formais. Na semana passada, o ministro já havia adiantado que a criação de vagas ultrapassaria 1 milhão no acumulado do ano até outubro.

Em outubro, foram admitidos 1.433.915 trabalhadores, enquanto 1.202.959 foram demitidos. Segundo o Ministério do Trabalho, pelo terceiro mês consecutivo, o número de empregos gerados com carteira assinada superou a marca de 200 mil.

O resultado de outubro se deve ao desempenho recorde em cinco dos oito setores da atividade econômica. O principal destaque foi a indústria de transformação, que ampliou o seu quadro em 74.552 novos postos. Outros setores com contrações líquidas recordes foram serviços (69.581), comércio (68.516), construção civil (26.156) e extrativa mineral (1.157).

O único setor que demitiu mais do que contratou foi o de agropecuário, com dispensas líquidas de 11.569. Segundo o Ministério do Trabalho, essa redução se deve à entressafra, principalmente, no Sudeste do país.

LUPI PREVÊ MAIS EMPREGOS EM 2010 - No próximo ano, o ministro do Trabalho prevê que serão gerados 2 milhões de empregos formais no Brasil. Se a marca for atingida, será o maior número de geração de empregos em um ano na história do país. “Temos que ter crença na economia nacional e temos que acabar com o complexo de ser pequeno”, afirmou o ministro, que previu que o setor de serviços deve continuar sustentando a geração de empregos no Brasil.

Para 2009, Lupi disse que mantém a previsão de 1 milhão a 1,1 milhão de empregos formais. Segundo ele, essa previsão considera o fato de que, no mês de dezembro, há maior número de demissões do que de contratações. Ele disse que o índice médio de demissões em dezembro é de 300 mil. O ministro, no entanto, acredita que neste ano ocorrerá o registro do menor número de demissões no mês de dezembro. Para novembro, o ministro acredita em novo recorde de contratações, mas, segundo ele, não será forte o suficiente para recuperar as demissões que ocorrerão em dezembro.

“O Brasil foi o único país do G-20 que gerou mais de um milhão de empregos formais este ano. Isso mostra o acerto das políticas governamentais”, afirmou Lupi. Ele acredita que a economia brasileira deve crescer em torno de 2% este ano. No ano que vem, o crescimento o PIB será de 7% a 8%, avalia o ministro.

ELEVAÇÃO DA MASSA SALARIAL - Lupi também destacou a elevação da massa salarial de janeiro a outubro, 4,4% acima da inflação medida pelo INPC. Para o ministro, o aumento da massa salarial foi a maior alavanca para que o país saísse da crise financeira internacional. Ele disse que anunciará, nos próximos dias, um recorde histórico no pagamento do abono salarial (o abono salarial é pago a trabalhadores com renda média de até dois salários mínimos no ano anterior).

Ritmo de criação de empregos cai em São Paulo

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O ritmo de criação de empregos em setembro no Estado de São Paulo caiu ante agosto, registrando uma diferença de 18.436 vagas abertas. É o que aponta o Observatório do Emprego da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho, elaborado junto com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP (Fipe).

O saldo de novas vagas formais foi de 59.547 em setembro, ou 76,35% dos postos criados em agosto (77.983). A queda é atribuída à maior exigência na contratação.

Criação de vagas formais em setembro é recorde no ano

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Brasília - O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de setembro registrou a criação de 252.617 empregos formais ante a abertura de 282.841 vagas no mesmo mês do ano passado. Segundo o Ministério do Trabalho, esse é o melhor saldo do ano e o segundo maior de toda a série para meses de setembro.

O saldo positivo de setembro é resultado de 1.491.580 contratações e 1.238.963 demissões. Com isso, o estoque de emprego com carteira assinada no país cresceu 0,77% em relação a agosto. Em setembro do ano passado, foram abertas 282.841 vagas. De janeiro a setembro deste ano, o Caged registra a criação de 932.651 empregos formais. No mesmo período de 2008, o Caged registrava 2.086.560 novos empregos formais.

A indústria foi o setor que mais contratou no mês de setembro, registrando 123.318 vagas. De acordo com os dados do Caged, de janeiro a setembro, a indústria teve saldo positivo de 62.759 postos de trabalho formais. Ainda em setembro, o segundo melhor desempenho por setor foi serviços, com a abertura de 62.768 vagas, seguido pelo comércio, com criação de 50.301 vagas. A agropecuária é o destaque negativo do Caged em setembro, ao eliminar 17.064 postos de trabalho.

União: concursos para 40 mil vagas

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A proposta do Orçamento-Geral da União para o ano que vem prevê a criação de 77.782 novas vagas nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público da União. E a maioria - cerca de 40.188 vagas - vai ser preenchida por meio de concurso público.

Do total autorizado, pelo menos 56.861 contratações serão feitas no ano que vem - as 21 mil vagas restantes vão ser aprovadas na lei orçamentária de 2010, mas ficarão à disposição do próximo governo(que toma posse em 1º de janeiro de 2011). Do total de vagas, 47.335 vagas são para cargos no Executivo. De acordo com a proposta do Orçamento, 15.040 dos selecionados serão contratados para substituir terceirizados.

O Orçamento de 2010 já contempla boa parte dos projetos de lei apresentados ao Congresso no fim de agosto para criação de novos cargos no serviço público, mas ainda não aprovados.

É o caso da criação, já em 2010, de 624 cargos para contratação de peritos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). O pedido, no entanto, é para que sejam abertas 1.124 vagas ao longo dos próximos anos. Também foi inserida de última hora a criação de 113 cargos para o Ministério da Educação.

Para o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o governo está fortalecendo a máquina, que estava sucateada, e melhorando salários, achatados nos últimos anos.




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