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Edital do concurso para professor será lançado em novembro

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O edital para 1.285 vagas de professores da rede municipal de ensino de São Paulo está previsto para novembro. As oportunidades são para docentes de educação infantil e ensino fundamental I.

Para participar do processo seletivo, o candidato deve ter habilitação profissional para o magistério, que corresponde ao ensino médio. O salário inicial é de R$ 1.196,25.

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Regra para 1.285 vagas de professor sai no dia 4

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O edital para o concurso que vai contratar 1.285 professores para a rede municipal vai sair no Diário Oficial da Prefeitura na próxima quarta-feira, dia 4. A informação foi publicada ontem no Twitter do secretário da pasta, Alexandre Schneider. A publicação estava prevista para a segunda semana de outubro, mas atrasou devido à indefinição da data de inscrição e dos locais de prova.

De acordo com a Secretaria Municipal da Educação, serão abertas 467 vagas para professores de educação infantil e 818 para professores de ensino fundamental 1. Quem já trabalha na rede municipal como comissionado também poderá se inscrever, por meio de ofício.

Para ambos os cargos, o salário inicial é de R$ 1.950, nas jornadas de 40 horas aula, ou de R$ 1.450, nas de 30 horas. Por lei, a Prefeitura é obrigada a realizar concursos periódicos se o número de vagas em aberto em determinadas áreas do serviço público superar 5%.

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Professores farão prova em fevereiro

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Cerca de 220 mil profissionais da rede estadual de ensino farão provas a partir do próximo ano para conquistar promoção na carreira. Nesta primeira etapa, as avaliações podem garantir aumento de até 25%, dependendo do desempenho do profissional. A lei que cria o plano de valorização pelo mérito foi sancionada, ontem, pelo governador José Serra.

O teste para diretores e supervisores será feito no dia 31 de janeiro de 2010. Nos dias 3 e 4 de fevereiro farão a prova os professores de 1ª a 5ª série do ensino fundamental e de 6ª a 9ª, respectivamente.

O programa prevê cinco faixas de avaliação. Hoje, todos fazem parte da primeira. Para passar da inicial para a segunda, o profissional deverá estar há quatro anos na mesma escola. Na prova, será necessário tirar, no mínimo, nota 6.

Serão beneficiados até 20% dos integrantes que tiverem as melhores notas em cada uma das faixas. Segundo o secretário de Educação, Paulo Renato, essa limitação é resultado do orçamento. ?Por enquanto, não temos como dar aumento para todos, mas quem sabe podemos mudar este percentual.?

3 mil vagas para professor substituto

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A prefeitura de São Vicente, no litoral sul paulista, vai selecionar 3 mil professores substitutos de educação básica I e professores substitutos de educação básica II. Os cargos exigem nível superior. São 500 vagas imediatas e o restante para formação de cadastro de reserva.

As inscrições serão recebidas até o dia 13 de novembro pelo site www.zambini.org.br. A taxa cobrada é R$ 61,90. No dia 13 de dezembro serão aplicadas as provas objetivas. Na mesma data, os candidatos terão de apresentar seus títulos.

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Educação: emprego em alta o ano todo

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(Foto: beni_bb / stock.xchng)

(Foto: beni_bb / stock.xchng)

O segmento de educação contratou 5,05% mais profissionais com carteira assinada em 2009 do que no ano passado na região metropolitana de São Paulo. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, esse é o único segmento econômico que apresentou aumento no saldo de pessoas contratadas de janeiro a setembro na comparação entre os dois anos.

Todos os outros setores apresentam um saldo de novas vagas de trabalho inferior do que no ano passado, mesmo que o resultado seja positivo (veja gráfico).

Em educação, foram abertas 15.304 vagas no período em 2008. Neste ano, as novas contratações somam 16.077 profissionais.

Para José Augusto de Mattos Lourenço, vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp), isso ocorre porque há um constante crescimento no número de alunos para o ensino particular. ?De 2006 a 2008, o número de estudantes na rede particular cresceu 25%. Isso demanda mais profissionais, e não só professores, mas de área administrativa, de manutenção, entre outros?, afirma.

O vice-presidente acredita que também deve haver crescimento no número de alunos nos colégios particulares, mas ainda não há uma número consolidado.

A maior demanda por profissionais, de acordo com o Sieeesp, é para o ensino infantil e fundamental. ?No ensino médio há vagas, mas também há dificuldade de encontrar profissionais capacitados para dar aula em escolas, como professores de matemática, física e química. Muitas vezes, esses são disputados com o mercado?, explica Lourenço.

No ensino superior, a previsão de crescimento não é tão otimista. De acordo com Rodrigo Capelato, diretor executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), o número de novas vagas de trabalho deve se manter estável nas instituições particulares em relação ao ano passado. ?Haverá apenas contratação para reposição de cargos. Se crescer, será 1%?, afirma.

O número de alunos no ensino superior não deve crescer mais do que 2% neste ano, segundo Capelato. ?Desde 2002 e 2003 - quando se crescia 5% ao ano -, não tivemos grande elevação no número de matriculados, e nas faculdades e universidades o ritmo de crescimento diminuiu de 4% para 3%, e devemos fechar em 2% em 2009?, diz.

CRISE - O segmento de ensino particular também foi afetado pela crise econômica internacional. Nos ensinos Infantil, Fundamental e Médio, as escolas tiveram um aumento de inadimplência. Em São Paulo, o mês de setembro registrou 9,73% de alunos inadimplentes, número considerado alto pelo Sieeesp. Nas instituições de ensino superior, muitos alunos não se rematricularam para o ano seguinte. ?A crise ficou mais forte no fim de ano. Esse fenômeno de aumento das desistências é novo para o segmento?, diz Capelato.




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