carros e motos
Imóveis, apartamentos e casas
Vagas de empregos
produtos e serviços
Shopping
Você está em: (mudar localização)

Confira as novidades em decoração para deixar a sua casa mais aquecida no inverno

Categorias: DECORACÃO E JARDINAGEM, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Artigos para deixar a sua casa mais aquecida no inverno (Foto: Divulgação/O Globo)

Artigos para deixar a sua casa mais aquecida no inverno (Foto: Divulgação/O Globo)

Rio de Janeiro - A sua casa pode ficar mais aquecida e charmosa com os itens criados especialmente para o inverno. Nas lojas de artigos para decoração, há lençóis, mantas, cobertores, pufes, colchas, edredons e capas de travesseiro para incrementar o visual dos ambientes. As cores fortes, como o berinjela, o azulão e o chocolate marcam as novas coleções para a estação mais fria do ano.

 A coleção de inverno da Alfaias, por exemplo, segue a tendência da moda nas linhas de manta Terra e Viés (R$ 94,50). Detalhes em cores fortes dão destaque aos produtos. Já na linha Monte Rosa (preço sob consulta), as mantas em cor de berinjela podem ser acompanhadas por capas de almofada listradas em tons fortes ou com miçangas. Os cobertores de microfibra (R$ 165) também ganham espaço nos itens para cama, mesa e banho da loja. O tecido, que começou a ser usado no segmento da moda, pode ser encontrado nas cores verde, azul, rose e bege.

A tonalidades clássicas marcam a nova coleção da Trousseau. A loja optou pela valorização de estampas sóbrias. As cores chocolate e bege são as que ganham maior destaque nas linhas de cobertores, mantas e edredons. Entre as opções, vale destacar a manta de pele de cabra pintada e a manta turquesa de cashemere. Os produtos têm bom acabamento e trazem um refino em sua costura. No entanto, o aquecimento da casa com esses itens pode sair caro. O preço pode chegar a R$ 17 mil. Outra opção é a manta Chuck de tricê (R$ 2.094). Feito em lã de merino, o item foi criado em tons neutros para adornar qualquer ambiente.

Manta da Trousseau feita com pele de cabra

Manta da Trousseau feita com pele de cabra

O tricô é um dos destaques da Empório Beraldin. A linha de produtos para inverno da loja investe nos detalhes em costura e em cores clássicas, como o marrom e o bege. Saindo da linha para cama, mesa e banho, a Finish traz para esse inverno os pufes de seda desfibrilada com pigmentação natural de frutos. A peça pode ser encontrada nas cores azul e rosa. O tecido propicia um aquecimento natural e maciez.

Arquiteto fala sobre potencialiadades e problemas em urbanismo no Rio

Categorias: DECORACÃO E JARDINAGEM, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Rio de Janeiro - Quem mora no Rio de Janeiro sabe a dor e a delícia que é se viver nesta grande cidade. Por um lado, o convívio entre a paisagem urbana e a natureza desperta nos transeuntes o sentimento de pertencer a uma urbe rica em beleza. Já o frenesi e o crescimento urbano próprio de uma grande capital pode deixar os espaços propensos a engarrafamentos, com problemas de segurança e de infraestrutura, o que compromete a qualidade de vida na cidade. Para o arquiteto e urbanista Índio da Costa, autor do Projeto Rio-Cidade Leblon, Rio Panorâmico, Via Parque e premiado com o projeto do Pier Mauá, o Rio ainda é uma cidade privilegiada para se viver.

Índio da Costa defende projetos de urbanização que privilegiem o pedestre e o transporte coletivo de massa, o que, segundo ele, “é indispensável para um desenvolvimento correto e equilibrado das cidades”. Além disso, ele destaca a importância de se defender áreas livres em detrimento dos condomínios fechados.

“Cada vez mais os moradores se retraem, em prédios gradeados e cercados de seguranças, as pessoas se resguardam em carros com janelas fechadas, vidros escuros e até blindados, o que deixa a cidade enfraquecida, desprestigiada e insegura”, diz Índio da Costa.

Em entrevista por email, o arquiteto fala sobre o seu encantamento pelo Rio e destaca os problemas e possíveis soluções em urbanismo para melhorar a qualidade de vida de quem habita a capital carioca. Confira.

Qual a sua visão atual do Rio como uma cidade para se viver?
Índio da Costa - O Rio é uma cidade especial, sob todos os aspectos. Na minha opinião, viver no Rio é um privilégio. Conviver com a pluralidade de alternativas que a cidade oferece é ter a possibilidade de escolher o tipo de vida que se quer e é isto o que de melhor se pode esperar de qualquer cidade. Temos hoje, é certo, um problema grave de segurança que não é do Rio, mas do desequilíbrio social que existe no país e no mundo e que se acentua nas grandes cidades, em especial nas cidades dos países em desenvolvimento, como o Brasil.

Que pontos favoráveis a cidade apresenta para moradia?
Índio da Costa - A cidade tem infraestrutura de uma grande cidade, com alguns pontos especialmente deficientes, sobretudo no que se refere a transporte coletivo. O clima é ameno em dois terços do ano. A praia, utilizável inclusive no inverno, além de tornar a convivência entre as pessoas mais democrática, oferece à cidade uma descontração muito pouco conhecida em outras cidades de porte semelhante. A cidade é saudavel no seu convívio com a natureza que a envolve e que com ela se confunde.

Que locais são os mais atraentes na cidade para se morar?
Índio da Costa - Depende da preferência de cada um. Há quem prefira morar na tranquilidade da periferia urbana, quem goste de lugares agitados e densos, quem dê preferência à orla marítma, ou à beleza das vistas montanhosas. Há bairros que têm características próprias, como a Urca, a Barra da Tijuca, Copacabana, etc. e são essas diversidades que oferecem ao morador alternativas múltiplas.

Com a expansão urbana do Rio, que tipo de ocupação urbana seria mais adequada para as novas regiões? Manteria o perfil da Barra da Tijuca?
Índio da Costa - A solução urbanística adotada na Barra da Tijuca é elitizada e dá prioridade ao automóvel, à semelhança das cidades americanas. A urbanização mais adequada para as novas áreas de crescimento deverá ter, como prioridade, o pedestre e o transporte coletivo de massa, que é absolutamente indispensável para um desenvolvimento correto e equilibrado.

Na sua opinião, as benfeitorias trazidas pelos projetos do Rio Cidade, entre os quais o Leblon de sua autoria, colaboram para auto-estima do morador com relação ao seu bairro?
Índio da Costa - Com certeza. Lastimavelmente, a manutenção não tem correspondido às expectativas da população. No caso específico do Leblon, há muitas lâmpadas apagadas, os nomes das ruas muitas vezes estão mal iluminados e os jardins estão sendo cada vez mais desvirtuados.

Nas últimas décadas surgiram novos conceitos de moradia no Rio como os condomínios fechados, os flats, os prédios residenciais com oferta de espaços comuns para o lazer além de outros serviços.Na sua opinião o conceito de moradia ainda está em mudança? Que novas tipologias podem ser esperadas neste sentido?
Índio da Costa - As moradias em condomínios fechados, com prédios que oferecem espaços comuns para lazer e outros serviços é a clara comprovação de que a cidade, que deveria oferecer, de forma livre e democrática, estes espaços, está deixando a desejar. Cada vez mais os moradores se retraem, em prédios gradeados e cercados de seguranças, as pessoas se resguardam em carros com janelas fechadas, vidros escuros e até blindados, o que deixa a cidade enfraquecida, desprestigiada e insegura.

O seu escritório apresentou em 2006 novas idéias para a Rocinha “Uma Cidade Chamada Rocinha: idéias urbanísticas para empreendedorismo e proteção costeiro-marinha”. Gostaria de falar sobre esta proposta?
Índio da Costa - Para este projeto da Rocinha, fomos contratados por uma ONG da Suiça chamada Avina e, por imposição da própria Avina, o projeto não participou do concurso público promovido pelo Governo do Estado do Rio. O projeto foi todo baseado na capacidade de empreendedorismo dos moradores da Rocinha e, a propósito da atual intenção de construir muros cercando o bairro, eu discordo frontalmente. A nossa proposta é de estabelecer os limites da Rocinha, através de uma escadaria periférica, que limitaria a expansão das invasões, sem a agressividade separatista de um muro, que reforça a sensação de gueto. Sou totalmente favorável a soluções gregárias e utilitárias (a escada tem dupla função, quando o muro é apenas limitador), ao contrário das soluções separatistas e preconceituosas, que só contribuem para o aumento da rejeição e, consequentemente, da violência.

Decore a sua casa com desenhos e objetos em adesivos de vinil

Categorias: DECORACÃO E JARDINAGEM, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
(Foto: O Globo)

(Foto: Divulgação/O Globo)

Rio de Janeiro - Mulheres de salto alto são esculpidas em adesivos e coladas na parede da sala de jantar. No quarto, os pés do criado-mudo de acrílico são desenhados em autocolantes. Não importa o desenho e nem o local de aplicação. O vinil pode estampar paredes, geladeiras e móveis. Além disso, também é capaz de ser transformado em acessórios e objetos decorativos. Tanto é que a Geckostickers , dos designers Gabriela Rocha e Leonardo Conrado, acaba de lançar produtos feitos em adesivos estilizados.

Já pensou em ter um abajur de cabeceira feito de vinil? Pois Leonardo Conrado criou diferentes modelos para adornar a sala de estar ou aquele quarto de hóspedes. Os relógios também ganham diferentes formatos pelas mãos do designer. Na parede da cozinha ou do corredor, por exemplo, o cliente pode estampá-la com um relógio despertador ou de corda. Outra novidade é a mesinha de acrílico que vem com pé desenhado em adesivos. Os preços de todos esses lançamentos variam entre R$ 180 e R$ 800.

(Foto: Divulgação/O Globo)

(Foto: Divulgação/O Globo)

Além dos objetos de vinil, há mais de 100 opções de desenhos para aplicação em paredes, rodapés e geladeiras. Aquele nicho vazio do quarto pode ser adornado com uma toca de rato. Já os azulejos brancos do banheiro podem ser decorados com desenhos geométricos inspirados em Athos Bulcão. Todas essas artes, com preços entre R$ 20 e R$ 300, são feitas por Gabriela e Leonardo e por 20 artistas convidados.

A aplicação destes produtos não é difícil. No site da loja há um manual de instruções disponível aos clientes.

IPI acelera queda do preço da linha branca em maio

Categorias: DECORACÃO E JARDINAGEM, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O preço de fogões, geladeiras e máquinas de lavar roupa caiu apenas em maio bem mais do que nos 12 meses anteriores - de maio de 2008 a abril de 2009. A máquina de lavar roupas, por exemplo, ficou 3,93% mais barata em maio (redução de 2,62% nos 12 meses anteriores), segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

De acordo com a coordenadora do Índice de Custo de Vida (ICV) do Dieese, Cornélia Nogueira Porto, a queda de preço é reflexo direto da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “Houve um degrau na curva da queda de preços em maio. Em junho acredito que o preço vai continuar caindo, mas não tanto quanto no mês anterior”, afirma.

Para Nuno Fouto, coordenador de pesquisa do Provar/Fundação Escola de Administração - Centro de Estudos do Mercado de Consumo de Bens e Serviços -, não só a redução do IPI derrubou os preços, mas o pessimismo do mercado varejista quanto à crise e a queda do consumo. “Na última pesquisa que fizemos, identificamos que o consumidor não ia deixar de comprar, mas queria gastar menos. O comprador criou um