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Mercado imobiliário vai precisar de mais recursos

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(Foto: Divulgação)

Volume de crédito imobiliário no Brasil ainda é baixo (Foto: Divulgação)

A caderneta de poupança não será suficiente para suprir o crescimento que o mercado imobiliário brasileiro deverá ter nos próximos anos e, por isso, o governo e o setor privado devem trabalhar em conjunto para desenvolver rapidamente instrumentos alternativos de crédito imobiliário.

Essa foi a avaliação feita por analistas do setor privado durante a 2.ª Conferência Internacional de Crédito Imobiliário, promovida pelo Banco Central em Fortaleza.

Os palestrantes defenderam medidas de “sintonia fina” no marco regulatório para estimular o crescimento dos fundos de investimento imobiliário (FI) e também o mercado de securitização - em que lotes de crédito imobiliário são “empacotados” em instrumentos como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), e vendidos para investidores no mercado de capitais.

A avaliação geral é que o volume de crédito imobiliário no Brasil ainda é baixo em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e que, com a retomada do crescimento econômico na casa dos 5%, juros mais baixos, e o aumento do poder aquisitivo da população, a demanda por imóveis será muito mais forte do que a taxa de crescimento dos depósitos em poupança.

“A poupança não vai acabar como fonte de financiamento, mas não vai ser suficiente para atender a demanda crescente”, disse o diretor comercial e de produtos da Cetip, Jorge Sant”Anna.

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Produtos para reforma em liquidação

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A Leroy Merlin mantém até o dia 22 o “Festival da construção” para quem pretende construir ou reformar. A rede está liquidando vários produtos que compõem a “cesta básica de material de construção”, além de itens sustentáveis como aquecedores solares, telhas fabricadas com garrafas PET e tinta à base de água.

Arquitetos criam projeto de casas empilhadas na Alemanha

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Fachada do projeto de Herzog e de Meuron para a loja Vitra Haus (Fotos: Divulgação)

Fachada do projeto de Herzog e de Meuron para a loja Vitra Haus (Fotos: Divulgação)

Rio de Janeiro - Num olhar de relance, parecem 12 “casas”, empilhadas em cinco andares. Janelas de vidro envolvem as fachadas de todas elas para exibir parte das peças da marca de mobiliário Vitra Haus. O showroom fica localizado na cidade de Weil Am Rhein, divisa entre Alemanha e Suíça. O projeto de arquitetura da nova loja, assinado pelo escritório Herzog e de Meuron, ganha destaque pelo desenho inusitado, irregular e com vista para todos os lados, que tanto possibilita ao visitante admirar a paisagem como os móveis da loja de forma entrelaçada.

O prédio, com 21,3m de altura, 54m de largura e 57m de comprimento, funciona como anexo da Vitra Design Museum, do renomado arquiteto canadense Frank Gehry. No térreo, entre as cinco casas que são usadas como base para o empreendimento, há uma espécie de vão, que funciona como mais uma área de exposição das peças do showroom ou como um espaço ao ar livre para uso no verão. Os interiores, no entanto, são claros e neutros de forma a valorizar o mobiliário criado para a marca Vitra por famosos designers, como Charles & Ray Eames, Verner Panton, Mario Bellini e Antonio Citterio.

A irregularidade dos espaços e da fachada revelam a complexidade do projeto. Mas a aparência caótica do desenho é logo convertida numa mensagem lúdica, que permite o diálogo entre o interior e a paisagem. As casas parecem ser todas suspensas e independentes, ainda que sejam ligadas por grandes corredores. Todas as escadas são integradas e propõem ao visitante diferentes caminhos, remetendo a um labirinto.

Construídos com paredes de concreto, os módulos do prédio de cinco andares apresentam as faces das extremidades envidraçadas, privilegiando a vista do campus durante o dia. À noite, as fachadas de vidro se transformam em vitrines iluminadas para a enorme coleção de produtos da marca.

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Empresários da construção civil mantêm otimismo para 2010

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Nível de atividade teve pequena queda em janeiro, diz CNI (Foto: Divulgação)

Nível de atividade teve pequena queda em janeiro, diz CNI (Foto: Divulgação)

Brasília - De olho no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) a ser anunciado ao fim deste mês, que ampliará obras de infraestrutura em geral e o programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, os empresários da construção civil seguem com uma percepção bastante otimista sobre o aumento da atividade em 2010.

Sondagem da Construção Civil aponta que o indicador de expectativa para os próximos seis meses situou-se em 68,4 pontos em fevereiro. Embora tenha apresentado ligeiro recuo ante os 70,6% da média de janeiro deste ano, o índice se encontra bem acima dos 50 pontos, linha divisória para as percepções negativas e positivas.

De acordo com pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), as grandes empresas frearam o entusiasmo que demonstraram em janeiro, quando a expectativa no primeiro mês do ano saiu de 78,8 pontos para 70,1 pontos em fevereiro. Entre os proprietários das pequenas e médias construtoras, o otimismo cresceu. Nas pequenas, o indicador subiu de 63,2 pontos para 65 pontos e nas médias, de 69,3 pontos para 69,5 pontos.

Realizado entre 1º e 24 de fevereiro com 335 empresas (192 pequenas, 106 médias e 37 grandes), o levantamento captou também o desempenho da construção civil em janeiro. O nível médio de atividade situou-se em 50,5 pontos no começo deste ano, depois de ficar em 53,7 pontos no último mês de 2009.

Para o economista da CNI responsável pela sondagem, Renato da Fonseca, ” a estabilidade se deu em patamar elevado ” , pois acima dos 50 pontos ” denota que o nível de atividade em janeiro está próximo ao usual para o mês.

A Sondagem da Construção Civil é um novo indicador que a CNI passou a divulgar, mensalmente, este ano.

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Promoções de materiais de construção em lojas do Rio

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A época está boa para reformar. Duas grandes redes de material de construção estão em promoção. A Casa Show iniciou, na sexta-feira, a campanha “Reformarço” em suas nove lojas. São 24 produtos com até 24% de desconto nos setores de cerâmica, material básico, acabamento e elétrica. O cimento Mauá CPII - 32, saco de 50kg, por exemplo, baixou de R$20,90 para R$19,90. A Leroy Merlin também promove o “Festival da Construção 2010″, que vai até o dia 22 deste mês, nas lojas de Bangu, Barra da Tijuca, Cachambi e Niterói. Tanto na Casa Show quanto na Leroy, as compras podem parceladas sem juros nos cartões de crédito.

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