Revista Zap Imóveis
Taxa básica de telefone: até quando?
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publicado em 05/03/2010 às 13:27 ,
atualizado em 03/08/2012 às 9:29
por Ligia Tuon | Fonte: Jornal da Tarde

PL está em tramitação na Câmara e não tem data para ser votado
O projeto de lei com maior apoio popular em tramitação na Câmara dos Deputados – e que beneficia diretamente o consumidor –, continua ignorado pelos parlamentares. O PL 5476/2001 propõe o cancelamento da taxa da assinatura básica na telefonia fixa.
Desde 2001, quando foi apresentado pelo deputado Marcelo Teixeira (PMDB-CE), já recebeu mais de 1,3 milhão de manifestações de apoio de consumidores – é o que tem a maior adesão da população na Câmara. Se aprovado, as concessionárias cobrarão apenas o valor correspondente às ligações realizadas. Hoje, além disso, o usuário tem de pagar uma taxa fixa pelo serviço.
Esse assunto já foi articulado, inclusive em nível estadual, mas é barrado quando chega ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
De acordo com o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) que apoia o projeto, o sistema onera demais o assinante. “Tenho pressionado para que o projeto seja votado o mais rápido possível, pois os usuários saem prejudicados. Mesmo quem usa pouco o telefone tem de pagar assinatura alta”. O PL está em tramitação na Câmara e não tem data para ser votado.
Além das iniciativas no âmbito político e do apoio da população, o assunto ainda ganha força com entidades de apoio ao consumidor. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), está em campanha desde fevereiro de 2008 a favor da redução da assinatura básica.
“Quando o setor de telefonia foi privatizado no Brasil, os consumidores pagavam uma taxa elevada pelo serviço, para que o dinheiro fosse investido na implantação de toda infraestrutura. A rede já foi implantada e nós continuamos pagando um preço alto”, explica Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação.
A Pro Teste defende ainda ligações locais ilimitadas. “Os planos básicos dão direito a 200 minutos. Se o usuário quiser usar mais, tem de pagar”, afirma Maria Inês.
DISPONIBILIDADE TEM UM PREÇO – O gerente geral de competição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), José Gonçalves Neto, explica que a cobrança mensal da assinatura se justifica pela disponibilidade do serviço. “Independente de usarmos ou não a linha, ela está à disposição e precisa de manutenção”.
Neto ressalta ainda que o valor da assinatura não pode ser questionado separadamente, e sim junto a uma sexta, que inclui o valor da ligação por minuto. “Isso porque as companhias tem liberdade de reajustar os pacotes (aumentar a assinatura e diminuir o valor por minuto e vice versa), desde que respeite as determinações da Anatel”.
Mesmo assim Neto admite: “A assinatura é cruel com o usuário que usa pouco o telefone. Estamos tentando fazer uma sexta que funcione medianamente. As possibilidades estão sendo avaliadas para 2011.”
Em relação à questão levantada pela Pro Teste que sugere a redução da taxa por causa do término da instalação da infraestrutura, Neto afirma: “A Anatel avalia as condições econômicas das concessionárias todo ano. Se houver tendência de enriquecimento de um dos lados, haverá ajustes tarifários.”
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publicado em 14/05/2012 �s 14:37,
atualizado em 16/05/2012 �s 16:49
por Raiane Nogueira | Fonte: Jornal Extra
Comentários (4)
com quem deve fala para no pagar mais a taxa fixa?
O valor cobrado da taxa absurdo e abusivo, Parlamentares respeito pelo consumidor!
Inclivel que no Brasil ainda se page esse absurda tarifa pelo uso do telefone fixo!!! Em toda Europa e America do Norte, para o serviso de telefone fixo se para uma tarifa fixa todo mes e os minutos sao livres, ja que uma vez que a linha telefonica foi instalada, nao importa quantos minutos se usa, o mantenimento e o mesmo. O correto seria cobrar uma tarifa por manutencao, e nao cobrar minutos, pois e um roubo!!!! ATENCAO CIDADES BRASILEIROS!!!!
Por qual motivo, os bandidos do congresso nacional, culpariam e, puniriam os bandidos das telecomunicaes??? toda mfia organizada, ou algum ainda no sabe disso!!!!!!